Colchão
Planilha de metas e reserva de emergência
A meta é o gasto essencial de um mês vezes quantos meses você quer cobrir. Seis é um ponto de partida comum, não uma obrigação. O progresso é o que já está guardado dividido pela meta, travado em 100% quando passa.
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- Excel, LibreOffice e Google Planilhas
- Sem macro

O prazo divide o que falta pelo aporte mensal e não aplica rendimento. É o número de depósitos, não uma simulação de investimento. Há uma segunda meta livre, para um objetivo ao lado da reserva.
Como usar
Defina o gasto essencial
Moradia, comida, transporte e o que não pode parar. Lazer e parcela extra não precisam entrar. Quanto maior o número, maior a meta.
Escolha os meses
Três, seis ou doze. A célula é sua. A meta é só a multiplicação, arredondada no centavo.
Lance o que já existe
Dinheiro já separado para isso, não o saldo inteiro da conta se parte dele é conta do mês. O que falta nunca fica negativo: se você já passou da meta, a falta é zero.
Olhe o prazo sem rendimento
Se o aporte for zero e ainda faltar dinheiro, o prazo fica em branco. Sem depósito novo, a conta não chega. Rendimento de aplicação fica de fora de propósito.
Perguntas frequentes
Seis meses é regra?
Não é lei nem norma de 2026. É um tamanho que muita gente usa para desemprego ou gasto surpresa. A planilha aceita o número que você puser.
Por que não tem juros?
Porque reserva costuma ficar em dinheiro com rendimento incerto e pode ser resgatada. Juros compostos têm calculadora e planilha à parte. Misturar os dois aqui deixaria o prazo otimista demais.
A segunda meta compete com a reserva?
A planilha não decide. Ela só mostra o progresso de cada uma. Se o aporte da reserva e o da viagem saem do mesmo salário, essa disputa fica no seu orçamento, não nesta conta.
O progresso pode passar de 100%?
A fórmula trava em 100%. Passou da meta, a falta é zero e o progresso fica cheio. O valor guardado a mais continua na célula, para você ver.


